A inteligência artificial atende o paciente do totem ao resultado. O que precisa de gente vai para atendentes online, em home office, que recebem por atendimento.
Toda empresa de saúde carrega três pesos no atendimento.
Encargos e tributos sobre cada pessoa contratada para atender.
Salário, transporte, alimentação e o tempo pago com a recepção vazia.
Balcão, computador, telefone, energia e metro quadrado de quem atende.
A IA resolve a maior parte sozinha. A Sabin paga pelo que foi atendido, não pela cadeira ocupada.
Toque, responda, envie. São as telas de verdade do protótipo, na ordem em que o paciente passa por elas.
A IA lê a conversa, separa o arquivo certo da Sabin e monta a resposta. A atendente só confere e clica para enviar.
Cinco filmes de cerca de 30 segundos, do problema à visão para 2030, e a vinheta.
A paciente fala com a Sabin por onde preferir. A IA atende em todos; o que precisa de uma pessoa cai na mesma fila da atendente online.
Menu com os atendimentos, agendamento pela conversa e lembretes.
Quem pesquisa exame no site já é atendido ali mesmo.
Mensagens do Direct respondidas na hora.
Tudo numa fila só. A IA lê os arquivos da Sabin e deixa a resposta e o PDF certos prontos: ela só clica para enviar.
Se nenhuma atendente aceitar a solicitação em 1min30, a IA entra e pergunta se o cliente quer ser atendido por ela. Se não quiser, ele segue aguardando uma atendente.
Tudo o que acontece nas unidades da Sabin, ao vivo: pessoas atendidas, exames mais pedidos, canais, estados e o que a IA resolveu sozinha.
Volumes de atendimento simulados para a demonstração.
Nada fica no servidor da nossa empresa. O banco de dados é alimentado por planilha ou PDF e fica no servidor da Sabin, que libera só o acesso necessário. O app se liga ao sistema que a Sabin já usa, o Shift LIS, sem trocar nada.
Exames e laudos nunca saem de casa.
Conexão privada, duas etapas e registro de cada acesso.
Abre direto do servidor da Sabin, por poucos minutos.
A atendente nunca vê o laudo completo.
Piloto na unidade UMC: totem, app, WhatsApp e atendentes online com pacientes reais.
Avaliar, medir a economia e ampliar para outras unidades.
Nacional, respeitando a estrutura e as necessidades de cada unidade.
Uma reunião para mostrar o protótipo funcionando e combinar o piloto na unidade UMC.